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Já conhecia o Kalango, mas como fui logo na inauguração,  quando o restaurante sequer abria no fim de semana, decidi voltar.  A verdade é que o tempo passou, a casa foi ganhando confiança e clientes apaixonados, assim como eu. E, hoje, o lugar, mesmo pequenino, já oferece uma ampla opção de pratos no cardápio, sem, contudo, perder sua característica de super aconchegante.

Como não amar muito? Mal cheguei, fui recebida com aquele abraço do Emerson, Chef que divide a cozinha com a Katia, e muitos quitutes novos:

Pastel de Costela (costela desfiada e purê de abóbora), Coxinha Crocante (massa de milho e recheio de frango) e  Pastel de Moqueca  (moqueca de banana da terra com pupunha) me deram as boas-vindas. Que espetáculo!

Daí em diante, foi só diliça atrás de diliça beijando meu estômago a cada mordida ?.

Um sonho de macaxeira recheado com bobó de camarão. Dá para imaginar o delírio que é isso? E o ceviche de banana da terra com leite de coco, meu Deus?! Quantos suspiros e beijos no estômago me proporcionaram!

Salada de favas com maxixe, abóbora assada, queijo coalho e vinagrete de leite. Gente, eu comendo maxixe e gostando… só aqui mesmo.

Ah, eu e marido pedimos o mate da casa, que estava super gostoso.

Como prato principal, fui de Arroz Maria Isabel: com carne de sol, abóbora, cebola roxa e tomate. Vixi, tava bão demais.

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Depois só um docin. Não pude fugir da rabanada de broa com tapioca e doce de leite (uma paixão).Pedimos, também, uma queijadinha com caldinho de café com leite e cachaça.

Depois dessa orgia gastronômica, só mesmo aquele cafezinho passado na hora, que nem na casa de vó, muita conversa fiada com o Emerson – que te faz sentir em casa – e… aí, confesso, bate aquela moleza boa, sabem como é?

Ê leseira… Voltamos quando mesmo?! Rs

Beijo

Kalango Bar
Rua Joaquim Palhares 513 loja C
(21) 2504-0088

Ruanita, com trocadilho mesmo

Ruanita

Adorei o nome. Muita sacada criar um bar na Rua Anita Garibaldi, no Bairro Peixoto, chamado .

Já amei o nome e fui conferir a casa que abriu em fevereiro. Não tem nem um mês de vida… Novidade MEXXXXMO, como nós, cariocas, falamos ?.

Um parêntese que considero relevante: o uso das redes sociais ainda é bem precário, o que é um ponto super negativo no mundo altamente digital em que vivemos. O restaurante ainda não tem Instagram, o Facebook não tem nenhuma informação de dias e horários de abertura… e nem um telefone para contato. Hoje se cria tudo antes e, quando o estabelecimento abre, ele também já está se comunicando nas redes.

Bem, vamos aos pedidos e à experiência que fiz? De cara, vi um pastel de costela, nossos olhos se cruzaram e rolou um clima. Claro que pedi. Ele vem quentinho, com recheio farto e super saboroso, mas com uma maionese que eu não entendi bem o sentido. Mas estava bom e, se estava bom, merece ?????.

Daí, já começando a ficar animada, aceitei a sugestão de quem me atendeu e  pedi um polvo grelhado ao alho com batatas. Muito bom. Macio, sem ser borrachudo, e o alho não gritava (tô aqui, tá me sentindo?!). Ele compunha bem o prato. Delicinha real ?????.

Pena que logo depois, em vez de pedir um sanduíche de pernil com abacaxi ou um hambúrguer Ruanita, caí na besteira de pedir um ceviche. Céus!!!! Peço um minuto de silêncio para esse momento. Quanta decepção! De quem foi a ideia de colocar shoyu no ceviche? A descrição do prato era: namorado, shoyu, laranja, baroa e chips de batata doce. SO-COR-RO. Parecia que eu estava comendo um Japa e derramaram suco de laranja num carpaccio, por exemplo. Sei lá… não deu. Não rolou.

Ceviche é ceviche. Cada um com sua particularidade, mas não com shoyu. Daí eu parei e pedi a conta. Sabe quando desanima? Perde o tesão? Foi exatamente assim que me senti.

Espero que, por estar em esquema de Soft Open, o Ruanita  repense do fundo do coração esse prato. Claro que voltarei, pois queria muito ter provado o Arancini e o sanduíche de pernil com abacaxi. Acho que posso viver uma boa experiência porque a história começou muito bem.

Dica:

Aos amigos amantes de cerveja artesanal nacional, lá tem uma variedade incrível! Não posso opinar, pois não consumo álcool – minha religião não permite, brincadeira -, mas entendo um pouquinho de ler e ouvir amigos falarem. Ah, eles não funcionam domingo e nem segunda. De terça a quinta, abre de 17h até meia noite. Sextas e sábados das 17h às 2h da manhã. Bem ao lado do Biscuit… fácil, fácil de chegar.